Na nossa trajetória de vida cristã nos deparamos sempre com a história de mulheres que deixaram impressões, inspirações, constituindo-se em verdadeiros exemplos de autenticidade, criatividade, altruísmo, abnegação e também modelos que não deverão ser seguidos, devido sua falta de maturidade e ética.
Eva, a mãe de todos os viventes, desperta a nossa curiosidade, não apenas por ter sido enganada pela serpente e satisfeito o plano do maligno, ao comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, trazendo assim para a humanidade uma condição de vida que resultou em sofrimento e afastamento de Deus, mas ao mesmo tempo fez com que o Altíssimo evidenciasse Seu plano salvífico para a humanidade, através do próprio descendente da mulher.
Por certo Eva jamais pensou nas consequências que a sua curiosidade, sua autossuficiência e imaturidade poderiam gerar: afastamento da comunhão com Deus, filhos que trariam o gosto amargo da dor na sua vinda ao mundo, a tragédia provocada pelo assassinato de um filho pelo próprio irmão, o estigma de uma maldição e a morte espiritual e física que atingiria toda a humanidade.
Dessa forma, o exemplo de Eva evoca tristezas, lágrimas e dor. Saibamos discernir os apelos malignos do mundo de então, e com maturidade, exerçamos a obediência, avançando para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação em Cristo, que nos redimiu da maldição e da morte, quando ofereceu a Sua vida para nos fazer herdeiros do reino dos céus.